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Portugal Masters 2010


Portugal Masters 2010

Portugal Masters - Day Four

Richard Green meteu o turbo rumo à vitória

 A ausência de Lee Westwood, campeão em título, não impediu que, pelo segundo ano consecutivo, o Portugal Masters ultrapassasse a fasquia do 35 mil bilhetes vendidos. Os 12.115 ingressos vendidos para o último dia confirmavam a expectativa colocadas sobre os dois portugueses em prova, ambos com hipóteses claras de atingir o top 10 final e um deles candidato à vitória.

Ricardo Santos fazia parte do grupo dos sextos classificados à partida para a última volta, e Filipe Lima, que era terceiro aos 36 buracos, ocupava um lugar entre os 24.ºs. Mas Santos viria a acabar 77, e Lima com 72. O primeiro teve se contentar com o 48.º posto, o segundo ficou entre os 36.ºs.

O campão desta edição foi o australiano Richard Green, que, por incrível que pareça, tinha partido para a ronda decisiva no grupo dos 15.ºs classificados e com sete pancadas de desvantagem para o líder, o espanhol Pablo Martin.

A verdade é que este esquerdino de 39 anos  meteu o turbo para alcançar a sua terceira vitória no European Tour. Na última volta, primeiro, descolou dos oito jogadores com quem partilhava o 15.º lugar; depois, ultrapassou mais 14. Sensacional!

Green sentiu que, para vencer, precisava de fazer uma das melhores voltas da sua vida. Na sua mente, estava um score de 64 (-8), mas a dada altura seguia já com 9 abaixo do par. E já se dava por contente, mas perderia duas pancadas nos últimos três buracos (bogeys nos 16 e 18) e abandonava o campo com um 65, para um total de 18 abaixo do par-72, e com a sensação de que, assim, não chegaria lá. Foi pura ilusão.

Enquanto aguardava na club house pela chegada dos restantes jogadores, o australiano pôde voltar a acreditar, tal era o desacerto dos melhores classificados. E acabou por ganhar com duas pancadas de vantagem sobre o espanhol Gonzalo Fernandez-Castaño, o sueco Robert Karlsson, o holandês Joost Luiten e o italiano Francesco Molinari, que partilharam o segundo lugar.

Os profissionais portugueses António Rosado, Tiago Cruz, António Sobrinho e os amadores Tiago Rodrigues e Manuel Violas não passaram o cut.

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